ICI — Instalações de Combate a Incêndios

Rede de incêndio armada, coluna seca e sprinklers. Em cada troço introduz-se só o que está no seu fim (Jus); o que está a jusante é somado e a pressão passa de troço para troço. Os sprinklers são calculados do mais desfavorável até à alimentação, com equilíbrio hidráulico em cada nó.

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Critérios

MeioCaudal (l/min)Pressão mínima (m.c.a.)Em simultâneo (máx.)K

Rede: caudal de cada troço = meios a jusante em funcionamento simultâneo × caudal de cada um (metade dos meios instalados, no máximo 4; marcos no máximo 2; ou o número indicado no separador). Ø necessário = √(21,22·Q/v); perda de carga por Hazen-Williams, J = 6,05·10⁵·Q1,85/(C1,85·D4,87) bar/m, no comprimento × (1 + acessórios %); 1 bar = 10,197 m.c.a.; P jus = P mont − perda − desnível − perdas extra. Caudal efetivo nos meios: K·√P (P em bar). Verifica, no fim de cada troço com meios, a pressão mínima de cada tipo (carretéis: 20 ou 46 m.c.a., conforme o modelo), e v ≥ mínima.
Sprinklers: o sprinkler mais desfavorável dá q = densidade × área por sprinkler, a P = (q/K)² (nunca abaixo da pressão mínima); cada troço soma a perda (Hazen-Williams, comprimento × (1 + acessórios %)) e o desnível; em cada nó o ramal que pede mais pressão manda e os outros são equilibrados, Q·√(P/P ramal). Verifica v ≤ máxima e o número de sprinklers na área de operação.
Os valores por defeito são os da folha de cálculo; confirma-os com o regulamento (RT-SCIE) e as notas técnicas aplicáveis.